terça-feira, 18 de agosto de 2015

Vencedores do prêmio MPT de Jornalismo são conhecidos

Brasília – Os grandes vencedores do Prêmio MPT de Jornalismo foram conhecidos na sexta-feira, 14 de agosto. Os trabalhos premiados apresentaram diversos assuntos relacionados ao direito trabalhista no Brasil. O principal prêmio da noite foi o da dupla de jornalistas do Zero Hora, Carlos Rollsing e Humberto Trezzi, que, além de vencerem a fase regional e nacional da categoria Webjornalismo, com a reportagem multimídia “Os novos imigrantes”, também faturaram o Prêmio Especial MPT de Jornalismo.
As jornalistas Mikaella Campos Caldas, Beatriz Lima Seixas e Viviane Carneiro foram as vencedoras do Prêmio Especial Fraudes Trabalhistas. Na reportagem, “Terceirização: trabalho desumano e abandono”, publicada no jornal A Gazeta, elas investigaram durante meses os dramas relacionados à terceirização e às irregularidades trabalhistas no Espírito Santo.
Para o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo, a segunda edição do Prêmio MPT de Jornalismo foi a consolidação da parceria entre o MPT e a imprensa. “É muito gratificante sermos capazes de oferecer esse espaço para que os bons trabalhos do jornalismo ajudem a divulgar nossas atividades e informar os brasileiros sobre o eterno combate às injustiças trabalhistas”, disse na cerimônia de premiação.
Confira os vencedores da segunda edição do Prêmio MPT de Jornalismo por categoria e região. Os vencedores nacionais estão destacados:
Jornal Impresso
Centro-Oeste: “Os horrores da segunda escravidão” – Correio Braziliense, Renato Alves;
Norte: “A libertação do escravo contemporâneo” – Em Tempo (Manaus), Emerson Quaresma;
Sudeste: “Tabaco: um outro lado negro” – O Globo, Flávia Milhorance (VENCEDOR NACIONAL);
Sul: “Inimigos invisíveis” – Diário Popular, Diego Queijo;
Nordeste: “Cana amarga” – Gazeta de Alagoas, Maurício Gonçalves.
Revista Impressa
Centro-Oeste: “O precariado em ascensão” – Carta Capital, Rodrigo Martins e Miguel Martins;
Norte: Sem vencedor;
Sudeste: “Escravos da bola” – Placar, Breiller Pires, Alexandre Battibugli e Renato Pizzutto (VENCEDOR NACIONAL);
Sul: “Esforço necessário” – Revista Proteção, João Guedes;
Nordeste: “Quebrando coco, construindo vidas” – Cidade Verde, Arlinda Monteiro e Caroline Silva Oliveira.
Fotojornalismo
Centro-Oeste: “Segunda escravidão” – Correio Braziliense, Marcelo Ferreira;
Norte: “Os Horizontes no Lixão” – Diário Online, Cezar Magalhães;
Sudeste: “É Justo?” – Diário do Grande ABC, Claudinei Plaza;
Sul: “Assembleia tomada e confronto levam à retirada de ‘Pacotaço’” – Gazeta do Povo, Brunno Covello (VENCEDOR NACIONAL);
Nordeste: “Bravos” – Coletivo Independente e Rep. de Rua, Jean Lopes.
Telejornalismo
Centro-Oeste: “Caminhos da Reportagem – O Ouro Branco de Araripina” – TV Brasil, Patricia Araujo;
Norte: “MPT investiga anúncio publicado em jornal” – TV Liberal, Robério Vieira;
Sudeste: “Abusos no Telemarketing” – Fantástico/TV Globo, Francisco Regueira e Renato Nogueira Neto (VENCEDOR NACIONAL);
Sul: Sem vencedor;
Nordeste: “Série Assédio Imoral: Uma jornada de humilhação” – TV Record/TV Pajuçara, Thiago Correia, Gésia Malheiros e José Pereira.
Radiojornalismo
Centro-Oeste: “Brasil – do Paraíso à Escravidão” – BandNews, Lucas Scherer, Ivan Brandão e Rodrigo Orengo e Daniel Costa Martins;
Norte: “Trabalho infantil: pais que exploram” – Rádio Rio Mar, Gecilene Sales;
Sudeste: “Más condições de trabalho dos terceirizados das plataformas da Petrobrás” – Rádio Espírito Santo, John Gomes;
Sul: “Vida Envenenada – As Muitas Faces do Amianto” – Band News FM, Helen Anacleto;
Sul: “Silêncio dos trabalhadores do campo” – Unijuí FM, Carine de Pieve;
Nordeste: “O trabalhador na berlinda: os dilemas da terceirização em Pernambuco” – Rádio Jornal, Carlos Morais, Rafael Leandro de Souza, Maria Luiza Gomes Falcão, Ismaela Iracema da Silva, Natália Hermosa Bastos e Evandro da Silva Chaves (VENCEDOR NACIONAL).
Webjornalismo
Centro-Oeste: “Entre o feminino e o masculino: transexuais e o mercado de trabalho” – Topmidia News, Tainá Jara;
Norte: “Os horizontes no lixão” – Diário Online, Hélio Granado, Ângela Bazzoni, Maycon Nunes, Augusto Cézar de Lima e Rodrigo Fiel de Sousa;
Sudeste: “Epidemia silenciosa” – O Tempo, Ana Paula Pedrosa, Queila Ariadne, Lincon Zarbietti e Mariela Guimarães;
Sul: “Os novos imigrantes” – Portal Zero Hora – Carlos Rollsing e Humberto Trezzi (VENCEDOR NACIONAL);
Nordeste: “Homofobia: discriminação profissional” – Diário do Nordeste, Nayana Siebra.
Repórter Cinematográfico
Os vencedores regionais da categoria Repórter Cinematográfico foram:
Centro-Oeste: “Caminhos da Reportagem – O Ouro Branco de Araripina” – TV Brasil, Rogério Verçoza (VENCEDOR NACIONAL);
Norte: Sem vencedor;
Sudeste: “Os trabalhadores e a crise na Petrobras” – Profissão Repórter/TV Globo, Luiz Felipe Saleh;
Sul: Sem vencedor;
Nordeste: Sem vencedor.

Universitário
Centro-Oeste: “‘Acelere, motô!’: os explorados do volante no Distrito Federal” – Medium – Agência Ceub, Jade Abreu e Júlia Campos;
Norte: Sem vencendor;
Sudeste: “Silenciados – A violência contra o jornalista no Brasil” – Universidade Anhembi Morumbi, Priscila dos Santos Pacheco, Bianca Amorim Marques Bento, Laura Rodrigues Dourado, Marcela Valente Haun, Marcos Mortari Araujo Correa, Patricia Allerberger, Renata Lima Simond e Janahina Rodrigues Sobral (VENCEDOR NACIONAL);
Sul: Sem vencedor;
Nordeste: “SST Jogadas no lixo” – Revista Caleidoscópio, Roberta Meyce.
Prêmio Especial Fraudes Trabalhistas
“Terceirização: trabalho desumano e abandono” – A Gazeta, Mikaella Campos Caldas, Beatriz Lima Seixas e Viviane Carneiro.
Prêmio Especial MPT de Jornalismo
“Os novos imigrantes” – Zero Hora, Carlos Rollsing e Humberto Trezzi.
As informações são da assessoria de imprensa do MPT.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Veja 15 opções de livros de colorir para adultos

Livros para colorir são viciantes e estão conquistando espaço entre quem quer relaxar. Os mais famosos são “Jardim Secreto” e “Floresta Encantada”, mas existem outras opções. Separe os lápis de cor e as canetinhas e vamos às opções: 
 
1 Jardim Secreto. De Johanna Basford. Editora Sextante. 96 páginas. 
2 Floresta Encantada. De Johanna Basford. Editora Sextante. 84 páginas. 
3 Jardim Encantado - Livro de Colorir Antiestresse. De Sophie Leblanc. Editora Alaude. 128 páginas. 
4 Mindfulness -  o livro de colorir. De Emma Farrows. Editora Best Seller. 272 páginas. 
5 Mandalas para Relaxar - pintando com Gandí. Editora Ilusbooks. 120 páginas. 
6 Mandalas para Relaxar - pintando com Van Gogh. Editora Ilusbooks. 120 páginas. 

7 The Creative Therapy Colouring Book . De Richard Merritt, Hannah Davies & Cindy WildeEditora Michael OMara. 
8 Colour Me Good Benedict Cumberbatch. De Mel Elliott. Editora I Love Mel . 
9 Arte-Terapia Anti-Stress - Jardins - 100 imagens para colorir. De Ana Bjezancevic. Editora Editorial Presença. 69 páginas    
10 Desenhos de Andy Warhol. Editora Dba. 35 páginas.
11 Mandalas Mágicas. De Nina Corbi. Editora Vergara & Riba. 30 páginas
12 Fantasia Celta. De Michel Solliec. Editora Alaúde.128 páginas
13 Um montão de coisas para achar e colorir. De Fiona Watt. Editora Usborne - Nobel. 96 páginas
14 Suruba para colorir. Editora Bebel Books. 38 páginas 
15 Mãe, Te Amo Com Todas As Cores. De Christina Rose. Editora Record


Extraído de: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/cultura-e-variedades/noticia/2015/04/veja-15-opcoes-de-livros-de-colorir-para-adultos-4738908.html

quarta-feira, 11 de março de 2015

Socialismo/comunismo e a subversão da cultura cristã

Breve, muito breve, relato de como descobri o que de fato é comunismo e por que não abraço a causa

Lembro-me quando questionei na Universidade por que é que nós nunca estudamos a cultura russa. A professora, doutora em Comunicação, respondeu apenas: “É uma questão política”. Bem, nunca estudei política no colégio. A única coisa que estudávamos era a parte histórica sobre a Revolução Russa, como todo bom estudante da década de 1990 e início dos anos 2000 sabe é só o superficial, como data, o que foi, como foi e o porquê. Nem, sequer, nunca tinha ouvido falar no assassinato da família Romanov.

Então, comecei a ler sobre a cultura russa e pesquisar melhor sobre a Revolução Russa de 1917. Por um lado, descobri, com assombro, o que tinha sido a Revolução Bolchevique. Por outro lado, passei a admirar a cultura russa do século XIX e, principalmente, o autor russo Dostoiévski. Sim, claro, percebo o viés de “coitadismo” que meu autor russo preferido tem quando fala da parte pobre da Rússia. Antes que me confundam com um tipo de socialista, gostaria de deixar claro que meu pensamento é cristão e de direita, ou centro-direita, dependendo do contexto em que se enquadre os termos.

Dostoiévski viveu um período sombrio da Rússia, tão sombrio quanto a Era Soviética. Só existia basicamente duas classes: os muito ricos, ligados ao czar e à Igreja Ortodoxa, e os muito pobres, além dos camponeses. Dostoiévski criticava, em praticamente todas as suas narrativas, a pobreza do cidadão que vivia na zona urbana da Rússia e comparava sua desgraça com o luxo extremo da família real. Esse escritor russo nasceu em 1821, faleceu em 1881.

De família cristã, Dostoiévski perdeu a mãe logo cedo e empregados da fazenda do seu pai matou o próprio patrão. Órfão ainda adolescente e muito pobre, casou-se cedo e contraiu várias dívidas. Envolvendo-se com pensadores comunistas, acabou sendo preso e condenado à morte pelo czar que, posteriormente, não se sabe ao certo o motivo, mudou sua sentença para alguns anos de trabalhos forçados na Sibéria. Não mais preso, ficou viúvo, casando-se mais tarde com outra mulher, tendo que fugir da Rússia por causa dos cobradores.

É nesse contexto de vida que Doistoiévski escreve suas histórias com uma linguagem ímpar, espetacular, retratando as mazelas da pobreza humana, não apenas mazelas financeiras, mas principalmente morais, tanto de pobres quanto de ricos. Basta ler alguns livros dele para entender sobre o que estou falando. Mas não é por gostar dos escritores russos do século XIX que me torno comunista. É muita pobreza cultural e intelectual pensar assim.

Admiro também a arquitetura russa. Construída em centenas de anos pelos nada bonzinhos czares, as igrejas e palácios russos são extraordinários. Contudo, uma questão nunca me saiu da cabeça, depois de tanto ler sobre a cultura e história russas, percebi que o povo russo é muito diferente. Sempre debaixo de líderes cruéis, tanto czares, quanto comunistas, como presidentes (na década de 1990), a população russa sempre sofreu por ter líderes radicais. Mas por que? Uma resposta simples que encontrei é que o povo russo é um povo forte, de sangue quente e guerreiro. Não, não são bonzinhos.

Alguns livros e pesquisas na internet, desde 2009, quando ainda era universitária, me fizeram entender mais o povo russo e o contexto político e histórico da Rússia do século XX. Da editora Record, li Como começou a Guerra Fria, o caso Igor Gouzenko e a caçada aos espiões soviéticos da autora canadense, doutora em política russa, Amy Knight. Da mesma editora li também Moscou 1941, uma cidade e seu povo na Guerra, do britânico Rodric Braithwaite, além de A explosão da Rússia – uma conspiração para restabelecer o terror do KGB, do ex-agente do KGB Alexander Litvinenko e do historiador Yuri Felshtinsky, livro que levou ao assassinato de Litvinenko  por polônio 210 em outubro de 2006. Da editora Record também li A Era dos Assassinos – A nova KGB e o fenômeno Vladimir Putin, também do historiador Yuri Felshtinsky, autor que recebeu asilo político na Inglaterra.

Não são livros fáceis de ler, mas muito importantes para quem deseja entender o contexto histórico da Rússia e o que de fato é hoje a Rússia em seu contexto político. São livros exaustivos, porém completos. Os dois últimos livros citados são proibidos na Rússia, bem como os livros da jornalista Anna Politkovskaya, também misteriosamente assassinada dentro de um elevador do prédio em que morava em Moscou. Quanto aos livros dela, ainda não li nenhum, apenas sei que retrata mais ou menos o que Litvinenko quis dizer em seu livro, antes de morrer. Todos dois foram assassinados por denunciarem arbitrariedades da política russa atual.

Outra maneira que me fez odiar o comunismo logo quando pesquisei, foram os testemunhos de missionários cristãos. Cristãos foram e têm sido assassinados por ditaduras comunistas apenas por serem cristãos. Homens de fé e coragem que não renunciam sua crença em Jesus Cristo e estão em campos de trabalhos forçados na Coreia do Norte, quando não são assassinados secretamente na China. Não foram centenas, são milhões de cristãos assassinados pelo comunismo em diferentes partes do mundo desde que ele foi implantando pela primeira vez no planeta.

O site da Missão Portas Abertas, livros e testemunhos de cristãos que fugiram de nações comunistas podem ser encontrados na internet. Depoimentos em livros, sites, vídeos no youtube, tudo espalhado no espaço cibernético. Tudo o que nunca me contaram no colégio, e veja que sempre estudei na rede particular de ensino, tudo o que nunca me contaram na Universidade, mas lá me ensinaram a ser de esquerda, tudo descobri com minhas próprias leituras e minha escolha pessoal de literatura histórica.

Eu espero que fique bem claro que muitos universitários hoje entram nos cursos superiores sem saber nada sobre política, assim como eu. E muitos deles, na verdade a maioria, não procuram ler e se informar melhor sobre o que de fato é o comunismo e abraçam a causa como se fosse digna de ser defendida. Nós somos, sim, educados para amarmos o socialismo nos cursos de Comunicação Social. Ouvi isso o tempo inteiro, durante toda minha graduação, mas não absorvi muita coisa, por causa do meu contexto de vida cristã e missionária. É dentro do contexto cristão missionário que lemos histórias sobre o sofrimento dos missionários e cristãos no contexto comunista.

Sim, fui um pouco contaminada. Eu me considerava “centro-esquerda”, mas jamais comunista. Hoje que sei “discernir entre a mão direita e a mão esquerda” (Jonas 4.11, referência bíblica) e não sou mais inocente quanto a questões políticas, jamais me consideraria de esquerda ou centro-esquerda. Sou cristã por minha fé e de direita por meu entendimento político, cristão, econômico e social. Por isso que é tão importante os universitários pesquisarem por si só sobre política e história. Somente depois de estudar sobre a Rússia foi que de fato compreendi o que meu professor de História vivia falando no Ensino Médio: é de extrema importância que as pessoas saibam sobre história para não cometerem os mesmos erros do passado.

Universitários, jovens, adolescentes e demais profissionais que não leem são facilmente levados por qualquer doutrina política imposta pelos “controladores do poder”. Se o brasileiro entendesse a importância da leitura, jamais um levante comunista voltaria a ser tentado em nossa nação em pleno século XXI. Falta educação, instrução, leitura para o nosso povo. É uma pena que nossa nação não tenha o hábito necessário e vital que é ler para se ter senso crítico próprio. Para não me alongar ainda mas no texto, encerro por aqui e fica minha indignação pela falta de instrução do povo brasileiro e pela indução nos cursos universitários que tentam a todo custo transformarem estudantes em militantes da ideologia comunista.


Não consigo entender cristãos que se dizem comunistas

Por Renato Vagens

Neste último final de semana participei no Rio Grande do Sul, como preletor de um Congresso Missionário organizado pela Igreja Irmãos Menonitas. Na ocasião tive a oportunidade de conhecer e conversar com um pastor otagenário, cuja família sofreu horrores nas mãos de Stalin.  De forma emocionante, meu novo amigo me contou as barbáries cometidas pelo ditador russo, bem como, a forma sangrenta com que milhares de cristãos menonitas foram mortos em nome do comunismo. 

Pois é, ao ouvir sobre os tristes relatos de irmãos em Cristo que foram assassinados por esse maldito sistema fui tomado de grande emoção. Segundo o pastor quase 100 mil menonitas foram mortos ou levados para apodrecerem nas masmorras da Sibéria.

À luz de histórias como essa, confesso que não consigo entender como é que cristãos podem se dizer comunistas.  Lamentavelmente tem sido comum encontrarmos nesse brasilzão de meu Deus, uma relativa quantidade de crentes em Jesus identificados com o comunismo. Para tanto, basta andarmos pelas ruas ou visitarmos algumas reuniões evangélicas que encontraremos jovens vestidos com camisetas estampadas com as fotos de Che Guevara, Fidel Castro e outros tantos mais. Se não bastasse isso, volta e meia vejo pastores e teólogos fazendo alusões “positivas” tanto no púlpito, como nos seminários a idealistas como Karl Marx e Friedrich Engels.

Caro leitor, talvez você não saiba mas o comunismo matou mais pessoas do que o Nazismo de Hitler. De acordo com "Le livre noir du communisme" (Livro Negro do Comunismo)  o comunismo produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas.

Os números de mortos pelo comunismo estão assim classificados por ordem de grandeza: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil).

O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana - Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses, após a revolução de outubro de 1917.

Fidel Castro é o campeão absoluto da "exclusão social", pois 2,2 milhões de pessoas, 20% da população de Cuba, tiveram que fugir durante o regime comunista. Fidel criou uma nova espécie de refugiado, os "balseros", (fugiam de Cuba em balsas improvisadas), milhares dos quais naufragaram antes de alcançarem a liberdade.

Prezado irmão,  alguém já disse que o o comunismo é uma das mais bem sucedidas armas satânicas dos últimos tempos, e  que tem destruido milhões de pessoas no mundo, incutindo na mente de jovens e adultos tanto o ateísmo como  o materialismo. O famoso primeiro ministro inglês Winston Churchill (1874-1965), afirmou que o socialismo é o evangelho da inveja, o credo da ignorância, e a filosofia do fracasso. Martin Luther King chegou a afirmar que o comunismo existe  por que o cristianismo não está sendo suficientemente cristão.

Isto posto, a  luz destas afirmações, além é claro de entender que o comunismo ASSASSINOU milhares de cristãos no século XX, sou levado a acreditar que boa parte dos evangélicos  se envolveram  com essa filosofia satânica e maldita por desconhecimento histórico, até porque, recuso-me a acreditar que existam pessoas regeneradas pelo Espírito de Deus que verdadeiramente acreditem neste sistema do mal.

Pense nisso!

Texto extraído de: http://renatovargens.blogspot.com.br/2012/09/a-incompatibilidade-entre-ser-cristao-e.html